Imagens fortes abaixo

 

Miguel nasceu no dia 3 de novembro de 2021, prematuro extremo de 26 semanas. Veio ao mundo junto com seu irmão gêmeo, Pedro. Dois meninos, dois corações. Mas, no terceiro dia de vida, Pedro partiu, vítima de negligência médica. A dor foi imensa e, ao mesmo tempo, nasceu ali uma força que Fran, sua mãe, nunca imaginou ter.

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Miguel ficou 160 dias na UTI neonatal. Foram meses entre aparelhos, orações e esperança. Nesse período, enfrentou uma hemorragia intracraniana grau 4, o nível mais grave, que evoluiu para hidrocefalia e meningite neonatal. Em poucos meses de vida, Miguel passou por cirurgias delicadas, colocou válvulas cerebrais, fez gastrostomia e venceu batalhas que muitos disseram serem impossíveis.

Após cinco meses de internação, Miguel recebeu alta. Cresceu, se desenvolveu, sorriu. A válvula cerebral funcionava bem. A família acreditou que o pior havia ficado para trás e começaram os tratamentos para que ele pudesse superar as sequelas da prematuridade.

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Mas em janeiro de 2025, uma nova provação começou.

Miguel foi internado com uma gastroenterite. O que parecia simples se transformou em um pesadelo. Mesmo com a válvula cerebral funcionando, falhas graves na condução médica fizeram com que o líquor continuasse sendo drenado para um abdômen infeccionado. Em vez de corrigir a causa, vieram sucessivas cirurgias abdominais. A infecção se espalhou e vida de Miguel voltou a correr risco.

Em determinado momento, o quadro se tornou tão crítico que Miguel precisou permanecer com o abdômen totalmente aberto. Era possível ver seus órgãos. Uma imagem que nenhuma mãe deveria carregar na memória — mas que Fran enfrentou de pé, sustentada pela fé e pelo amor incondicional pelo filho.

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A partir de 17 de janeiro de 2025, começou a fase mais dura dessa história. Em apenas 10 meses, Miguel passou por 21 cirurgias. Foram dias de medo, noites sem dormir e decisões que exigiram mais do que força,  exigiram entrega.

Para salvar o filho, Fran deixou sua cidade e foi para São Paulo em busca de tratamento especializado e foi só lá que ela conseguiu salvar seu filho, pois se tivessem ficado no Espírito Santo e Miguel com a barriguinha aberta, ele não teria sobrevivido. Ele teve que ser transferido de UTI aérea.E é em São Paulo que ela e Miguel vivem hoje, em um apartamento alugado.  O pai segue no Espírito Santo, trabalhando para manter a família. A cada 10 ou 15 dias, ele atravessa quilômetros para estar com o filho, porque o amor também mora na distância, na saudade e no esforço silencioso.

Essa família vive separada pela necessidade, mas unida pela esperança.

Miguel segue em tratamento. Segue lutando. Segue vivo.

E esse projeto existe por causa disso!

Cada peça vendida aqui não é só tecido. É parte de uma história real e é o apoio direto ao tratamento do Miguel. É um gesto de amor que se transforma em cuidado.
Ao vestir essa camiseta, você ajuda Miguel a continuar lutando e leva adiante uma mensagem que nasceu da dor, mas floresceu na fé:

o amor cura.

Quando tudo parecia perdido, foi o amor que venceu.
E ele continua vencendo, todos os dias.